Bom dia pessoal! Hoje falaremos de um livro já resenhado no blog "O malabarista" e sobre o seu autor: Alessandro Phiton. Vamos lá?



Sinopse - O Malabarista - Alessandro Kruschewsky Pithon - "Uma chuva repentina caiu de um céu sem nuvens. Um jovem... Um velho... Um encontro... Uma história para contar. Um amor proibido... Uma carta escondida... Um segredo guardado... Aparições e contatos espirituais. Acontecimentos marcantes... Buscas... Lições... Entendimentos... A descoberta do sentido da vida".


Sobre o autor: "Eu nasci em Salvador, Bahia, em 1970. Sou leitor desde os 7 anos de idade, um amante da literatura desde os 11, e desde os 16 escrevo alguns contos e crônicas. Cursei Arquitetura na Universidade Federal da Bahia, atualmente curso História na Universidade Estadual da Bahia. Ler e escrever são dois dos grandes interesses e prazeres de minha vida. "O Malabarista" é o meu primeiro Romance, publicado pela "Arte Brasil". Eu mesmo distribuo e vendo o livro. A divulgação tem sido feita, principalmente, através do meu Facebook. Atualmente resido na cidade de Jacobina, região baiana da Chapada Diamantina".


Oi Alessandro, tudo bem?
Alessandro - "Olá, Carolina, como vai? É uma satisfação estar conversando contigo e participando desse Blog tão especial para quem gosta de Literatura. Estou bem, sim, buscando com otimismo e prazer à carreira literária".

Em sua biografia percebemos que você é um leitor desde criança. Onde surgiu o estímulo para a leitura?
Alessandro - "Desde os tempos infantis, eu sempre vi meus pais lendo muito. Meu pai era um leitor de revistas e jornais, enquanto que minha mãe de livros literários. Creio que a convivência com eles tenha sido um dos estímulos. Fora isto, eu sempre tive um encantamento pelos livros que perdura até hoje. Não posso entrar numa livraria que logo me vem aquele impulso de querer gastar muito mais do que possuo. Sou daqueles capazes de comprar mais um livro, quando ainda tenho muitos para ler. A minha relação com a leitura sempre foi de fascínio, para mim o que existe dentro deles são verdadeiros tesouros a serem descobertos, cujo valor é o conhecimento, a fantasia, a imaginação, o contato com diversas experiências de vida.

Como surgiu o seu lado autor?
Alessandro - "Penso que o hábito pela leitura tenha sido uma das principais causas para que eu começasse a escrever. Morei quatro anos no interior da Bahia, na cidade de Itabuna, dentro de uma fazenda de cacau. Estando distante da família, comecei a escrever cartas para os parentes. As cartas me estimularam a escrever crônicas, contos e assim fui descobrindo o quanto que aquilo me fazia bem. Além disso, sou muito observador, o que me parece ser uma característica presente em quem gosta de escrever. Quando escrevo sinto um prazer imenso, como se estivesse vivenciando uma renovação mental e espiritual".

Qual foi a sua inspiração para o livro “O Malabarista”?
Alessandro - "Foi poder ver, todas as noites, um velho homem sentado na calçada com um livro nas mãos. Aquela imagem diante dos meus olhos, diariamente, quando eu voltava para casa à noite, após o trabalho, me trazia um desejo intenso de escrever. Depois que a chuva caiu de um céu sem nuvens, então... Eu tive a certeza de que precisava escrever um livro".

O que os leitores podem esperar do livro “O Malabarista”? Fale um pouco dos personagens.
Alessandro - "Eu acho que, acima de tudo, os leitores podem esperar por uma impressionante história de vida. Uma história que impressionou a mim mesmo. As personagens são pessoas comuns, que podemos encontrar no cotidiano da vida, cada qual com suas virtudes e defeitos, com seus sonhos e suas realidades, suas lutas diárias, suas dificuldades e facilidades encontradas nessa trajetória de sobrevivência terrestre. Todas elas com personalidades bem próprias, cada qual com suas experiências, seus dramas, suas maneiras de ver a vida, seus valores, seus estágios de amadurecimento e evolução. Penso que o livro destaca muito a força das personagens, com todos eles podemos aprender algo de valioso para nossas próprias vidas".

Fale um pouco sobre o seu processo criativo durante a elaboração do livro “O Malabarista”.
Alessandro - "Durante todo o dia, enquanto eu estava no trabalho, ou fazendo qualquer outra coisa, ficava pensando no que eu deveria escrever para contar sobre aquela história. E todas as vezes que eu passava por aquele velho na rua, nos olhávamos, nos acenávamos, eu prosseguia caminhando e as ideias surgiam em minha mente como se ele, de alguma forma, estivesse, silenciosamente, dizendo-me o que eu deveria escrever. Sentado diante do computador, eu iniciava, ou reiniciava, a escrita sem interrupções. Como se eu já soubesse toda a sequencia da vida daquelas pessoas que participam da história".

Quais são os seus projetos futuros? Já tem algum em andamento?
Alessandro - "O meu projeto maior e final é poder viver de escrever. Se isto é o que me faz bem, tenho que buscar. O que sinto quando estou escrevendo é algo fenomenal, indescritível, mágico. Ou seja, eu tenho que fazer com que esta seja, também, a minha profissão. No momento estou escrevendo outro Romance, que se passa dentro de uma fazenda de cacau, sob o título provisório de “As Garrafas de Vidro”".

Gostaria de deixar um recado para os leitores do blog Acordei com Vontade de Ler?
Alessandro - " Que não deixem nunca de acordar com vontade de ler! Dormir com vontade de ler! Viver com vontade de ler! Como diz Heitor, personagem principal, em “O Malabarista”: “Os livros são preciosidades! Felizes são aqueles que os consomem! É como se a literatura fosse um mundo mais evoluído do que o nosso”".




Pessoal, vou deixar o contato do autor pelo facebook e o livro no skoob:

Facebook : https://www.facebook.com/alessandro.pithon
Skoob: http://www.skoob.com.br/livro/260596





Pessoal, espero que tenham gostado de conhecer o Alessandro Pithon, eu sei que eu adorei entrevistá-lo. Semana que vem tem mais!
Beijos




3 Comentários

  1. Eu já tinha lido algo sobre o autor e esse livro, achei bem interessante esse trabalho dele.

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  2. a resenha ja foi super bacana e a entrevista com o autor mais legal ainda, bem bacana essas entrevistas que ligam o autor ao publico

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  3. Confesso que o livro não chamou minha atenção, mas achi o autor muito legal

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