Sinopse – Quatro meses após a morte do marido, Janie LaMarche continua tomada pela dor e pela raiva. Seu luto é interrompido, no entanto, pela chegada inesperada de um construtor com um contrato em mãos para a obra de uma varanda em sua casa. Surpresa, Janie descobre que a varanda era para ser um presente de seu marido — tornando-se, agora, seu último agrado para ela. Conforme Janie permite, relutantemente, que a construção comece, ela se apega aos assuntos paralelos à sua tristeza: cuidando de seus dois filhos de forma violentamente protetora, ignorando amigos e família e se afundando em um sentimento de ira do qual não consegue se livrar. Mesmo assim, o isolamento autoimposto de Janie é quebrado por um grupo de intervenções inconvenientes: sua tia faladeira e possessiva, sua vizinha mandona, seu primo fofinho e até Tug, o empreiteiro. Quando a varanda vai tomando forma, Janie descobre que o território desconhecido do futuro fica melhor com a ajuda dos outros. Até daqueles com os quais menos esperamos contar”.

Minha opinião – Esse é um exemplo de livro que traz uma trama completamente humana e ao mesmo tempo fascinante, sem se prender em histórias fantásticas ou mirabolantes. A autora faz uma profunda análise sobre o luto, através da Janie. Sofrendo a perda de seu marido, e tendo duas crianças pequenas para criar, Janie inicia o livro com sentimentos de desesperança, sem perceber que existem diversas pessoas próximas a ela para dar o apoio necessário para que ela consiga seguir em frente. Algumas dessas pessoas são inusitadas, como o padre Jake, a mãe de Keane (um coleguinha do filho mais velho), a sua vizinha e até mesmo Tug, o construtor contratado por seu marido antes de sua morte para refazer a varanda da casa. Como a varanda, conforme as melhorias são realizadas, Janie vai se modificando, crescendo, tornando-se mais iluminada. Vai perdendo os locais escuros e quebrados, reconstruindo sua confiança em si mesma e na humanidade. É uma bela história de superação, fé, confiança e amor. Os parentes de Janie, como seu primo Cormac, sua tia e até mesmo sua mãe, são pessoas de personalidades fortes, em alguns pontos “excêntricos”; mas de coração puro. Os próprios filhos de Janie, uma menina com menos de um ano de idade e um garotinho incrível de quatro anos, irão ensinar a ela a importância do amor.
A narrativa se alterna com trechos de um diário escrito em primeira pessoa pela Janie e uma narrativa em terceira pessoa, fazendo com que o leitor acompanhe de perto em alguns momentos os sentimentos mais profundos da personagem.
Quanto à revisão, diagramação e layout, a editora está de parabéns. Quanto à capa, não foi uma escolha que me atraiu, provavelmente se eu não tivesse lido a sinopse não teria me interessado pelo livro e perdido uma ótima história.
Espero que tenham gostado da resenha!
Beijos
Carol 

2 Comentários

  1. esse livro parece ser muito bonito, li muitas criticas positivas a ele o que me deu mais vontade ainda de ler! e eu ate que gostei da capa, achei simploria, ams com um toque de real

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  2. Olá, tudo bem. Meu nome é Ulisses Sebrian e sou escritor. Vim te apresentar os meus livros. Estão disponíveis para ler nesse link. http://migre.me/dVzMI
    Ou se preferir entre em meu blog e na barra lateral tem as capas dos livros basta dar um clique na foto e ler. http://truquedevida.blogspot.com.br/ Obrigado e muito sucesso e felicidades para você.

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