Sinopse - "Quando o destino cruza caminhos improváveis, como resistir? Jenna Fallon sempre foi uma mulher livre e decidida, que segue apenas uma única regra: ignorar regras. Então, quando seu carro quebra a caminho de Vancouver e ela é obrigada a pegar uma carona com um belo desconhecido, Jenna se encanta ao perceber que ambos possuem a mesma ideologia de vida: não se amarrar a ninguém... O biólogo Mark Chambers está sempre mudando de um local para outro – assim como nunca fica com uma única mulher. Quando ele e Jenna cruzam a costa do Pacífico acampando, mergulhando e fazendo o melhor e mais quente sexo de sua vida, Mark já não tem certeza se quer se despedir. Será que Jenna será corajosa o suficiente para encarar o desafio de ficar com o cara que pode ser perfeito para ela? De repente, é ele..."

Minha opiniãoDos três livros publicados da série até agora "De repente, é ele" é o livro com os dois protagonistas mais cativantes. Jenna é o espírito livre da família, sempre levando sua vida sem planejamento ou preocupações. Mas por trás desse desapego existe uma juventude repleta de má decisões e consequências sérias.

Mark é um Geek muito fofo. Sem muitas habilidades sociais, ele não percebe nem quando está sendo cantado pelas mulheres (sim, no plural). Além de inteligente, ele é bonito e não tem a mínima noção disso. Criado em uma comunidade, cresceu sem o senso de estabilidade e a primeira vista, Jenna representa tudo que ele repudia. Porém, a atração entre os dois é imediata e conforme vão se conhecendo, irão compreender os seus próprios medos, além de entenderem melhor o outro.

Jenna, com 29 anos, quase chegando aos 30 e Mark, um cientista quatro anos mais velho, protagonizam o livro de modo engraçado, sexy e até mesmo um pouco romântico. 

Um dos pontos positivos do livro é o fato de Mark, por não ter muitas habilidades sociais, ser completamente direto e honesto (aparentemente ele não tem um filtro entre o cérebro e a boca) e em alguns momentos, graças a isso, criam-se cenas engraçadas e sensuais. Outro fato positivo da trama foi que a autora aprofundou um pouco mais a vida de "andante" da Jenna, comentando sobre os seus laços emocionais com alguns personagens que seriam temporários em sua vida. 

A autora mais uma vez abusa das cenas hots em meios de transporte (será que é algum fetiche pessoal?), além de locais ao ar livre, mas também aproveita o livro para discutir alguns assuntos importantes, como a discussão ambiental que os dois volta e meia retornam (mesmo que superficialmente).

Como os outros livros da quadrilogia, "De repente, é ele" é um livro para ser lido sem pretensão, pois é uma leitura rápida, hot e sem muita profundidade. 

Em relação à revisão, diagramação e layout, a editora realizou um ótimo trabalho. A capa segue o modelo dos livros anteriores.


"Estradas abertas significavam possibilidades. O que estaria por trás da próxima curva? Um pedaço de praia de areias brancas, um campo de reluzentes papoulas californianas cor de laranja ou uma das vinhas, um falcão planando alto no céu azul-claro?" (p. 05)

Essa resenha foi publicada primeiramente no blog Viaje na Leitura.  

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