Sinopse - O relato dramático e libertador de uma mulher cuja curiosidade a levou até os lugares mais bonitos e remotos do mundo, seus países mais instáveis e perigosos, e também a passar quinze meses em um angustiante cativeiro — uma história de coragem, resiliência e beleza. “Este é um dos livros mais marcantes que eu já li. Angustiante, esperançoso, belo, libertador e verdadeiro, ele fala sobre desumanidade e humanidade, algo que, de algum modo, parece ser profundamente antigo e completamente moderno. É bonito, devastador e heroico — um grito de rebeldia, ao mesmo tempo em que é um humilde chamado à oração.” Elizabeth Gilbert, autora de Comer, Rezar e Amar e The Signature of All Things “A Casa do Céu é a história dramática, contada de maneira magistral, sobre a busca incessante de uma jovem para criar uma vida grandiosa, contra todas as expectativas. A jornada de Amanda Lindhout é única, uma aventura épica que vai do pitoresco ao contundente, onde o que está em jogo é absolutamente tudo. Com uma clareza e uma honestidade incríveis, Lindhout e Corbett confirmam duas coisas: ninguém será capaz de esquecer este livro — ou de fechá-lo antes de chegar ao fim.” Susan Casey, autora de A Onda “Um livro maravilhoso e marcante, que mostra o terrorismo internacional num nível extremamente pessoal. A perseverança de Lindhout se faz brilhar em cada página.” Jane Mayer, autora de The Dark Side “Neste livro lírico e inspirador, Amanda Lindhout descreve a capacidade do ser humano para cometer crueldades. Mesmo assim, ela também traz à vida a compaixão profunda e a coragem que residem em todos nós. Uma história de beleza, inteligência e tenacidade, A Casa do Céu nos mostra o poder e a importância da perseverança, esperança e perdão.” David Rhode, colunista da Reuters e vencedor do prêmio Pulitzer, autor de A Rope and a Prayer e Beyond War “Um relato vívido e emocionante sobre como Amanda manteve viva a luz interior e o espírito do perdão, mesmo quando se encontrava no coração das trevas.” Eckhart Tolle, autor de O Poder do Agora e Um Novo Mundo: o despertar de uma nova consciência “A Casa do Céu é uma história impressionante de força e sobrevivência. Às vezes é brutal, mas é sempre bela, conforme Amanda Lindhout descobre que, na luta pela própria vida, suas armas mais poderosas são a esperança e a compaixão.” Jeannette Walls, autora de O Castelo de Vidro e The Silver Star.


Minha opinião - Pessoal, esse é um dos livros mais emocionantes que eu li nos últimos tempos. O livro conta a história da Amanda, uma mulher que teve uma infância complicada e o sonho de viajar pelo mundo. Mas não apenas viajar para fazer turismo, e sim para conhecer as diferentes culturas e os problemas que existem em todos os lugares. Sendo assim, ela trabalhou como garçonete, juntou uma boa grana e começou a fazer mochilões mundo afora. 
Essas viagens começaram a levaram para zonas de conflitos em diversos locais do planeta e Amanda começou a trabalhar como repórter, relatando tudo o que observava.Apesar dos percalços, ela sempre saía dos locais sã e salva, até o ano de 2008, quando ela vai para a Somália, um dos locais mais perigosos graças as guerrilhas existentes. Ela e o grupo que a acompanhava (um guia, um tradutor e Nigel) foram sequestrados e por 460 dias Amanda sofreu. Imaginem ser uma mulher em um país muçulmano. Agora imaginem ser uma mulher que vive em cativeiro lá, sequestrada e sem nenhuma voz. Torturas, surras e violência sexual. Foi isso e muito mais o que Amanda sofreu. 
O relato dela é emocionante e é impossível comentar algo mais sem começar a chorar. O livro é triste pois retrata a realidade, não é uma ficção e sim o sofrimento de uma mulher que representa milhões de outras.
Uma história de fé, recomeço e coragem. Não é possível imaginar o que a Amanda passou, ainda mais a coragem que ela encontrou para seguir em frente e lutar pelo próximo.
Não dá para ler esse livro e não se emocionar. Chorei muito durante e depois da leitura, pensando nas mulheres que sofrem diariamente com essa violência.
A editora realizou um trabalho fantástico como sempre. A capa é simples mas muito bonita.

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