SinopseDan Cereill levou um encontrão da vida: seu pai faliu, assumiu que é gay e separou-se de sua mãe, tudo de uma vez só. Enquanto isso, sua mãe recebeu de herança uma casa tombada pelo patrimônio histórico que cheira a xixi de cachorro, mas que não pode ser reformada... E, agora, Dan está vivendo em uma casa-relíquia que parece um chiqueiro, com uma mãe supertriste e sem conseguir falar com o pai — que ele ama muito. Suas únicas distrações são sua vizinha perfeita, Estelle, e uma lista de coisas impossíveis de fazer, como: 1. Beijar a garota. 2. Arrumar um emprego. 3. Dar uma animada na mãe. 4. Tentar não ser um nerd completo. 5. Falar com o pai quando ele liga. 6. Descobrir como ser bom e não sair abandonando os outros por aí... Mas impossível mesmo será: 1. Não torcer para que Dan supere seus problemas. 2. Não rir muito com os devaneios dele. 3. Não querer ter um cachorrinho como Howard. 4. Não desejar que a mãe de Dan encontre a felicidade. 5. Parar de ler este livro. 6. Não querer abraçar o livro depois de tê-lo terminado...



Minha opinião -  "Seis coisas impossíveis" é um livro que a primeira vista não parece ter nada de muito especial, mas que ao mergulharmos na trama, nos vemos presos pelo carisma e sarcasmo de Dan, o adolescente que teve sua vida bombardeada por notícias que deixariam qualquer adolescente maluco.
Ver o casamento de seus pais terminar pelo fato de que seu pai é gay, e ainda por cima descobrir que a família está falida, são as duas situações que irão iniciar a nova vida de Dan. Após isso, ele ainda precisa mudar de escola e casa. Não está nada fácil para o garoto.

"– Meu pai é gay. – Ouço a incredulidade na minha própria voz. A ficha ainda não caiu, mas é um alívio dizer isso em voz alta." (p 29)

Sua mãe começa um negócio para conseguir dinheiro e Dan procura por um emprego de meio período para ajudar em casa. 
Dan sem dúvida é o centro da trama. Acompanhamos todos os devaneios, frustrações e até momentos de simples alegria do adolescente. É claro que não bastasse todas essas complicações, temos ainda o lado adolescente, ou seja, uma paixão platônica de Dan pela vizinha (que por sinal nem sabe de dua existência).
Uma leitura leve, divertida e com muita confusão.
A escrita da autora é de fácil entendimento e o texto é repleto de diálogos, o que deixa a leitura bem dinâmica. É um livro voltado para o público juvenil, mas mesmo assim o público que já passou dessa idade vale a pena dar uma conferida.
Ótimo trabalho da editora como sempre. A capa é cheia de detalhes do livro, e ficou bem legal.

"Problemas, responsabilidades, cara feia. Parece que já faz 1 milhão de anos que tudo com o que eu tinha que me preocupar era jogar Nintendo, ou fazer a lição de casa a tempo." (pág. 121)

Foi isso o que eu achei do livro pessoal. Alguém já leu? O que achou?


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