O país Tropicália está comemorando os cinquenta anos do “Dia do Basta”, importante revolução, ocorrida no inverno de 2013, que desencadeou uma grande mudança para a população. E, para celebrar, uma das mais importantes figuras históricas foi convidada para uma entrevista no programa de TV do famoso apresentador Zé Eugênio. O Senhor Schimidt é ex-ministro da Justiça e participou ativamente daquela conturbada fase no país. Nesta bem elaborada entrevista, ele relata como o tão sonhado país se transformou após o Movimento Tropicaliano. Uma história fictícia, com nomes e personagens inexistentes, mas repleta de ideais que se confundem, e muito, com os do povo brasileiro.




Tropicália não é no Brasil, é um país afastado, de um país distante, como colocou o próprio autor, porém muito se pode confundir com nossa realidade. Mesmo o autor afirmando que se trata de uma história fictícia, muito dessa ficção mistura-se a realidade e nos faz refletir sobre diversas questões como política, justiça, educação, caráter e tudo mais que o ser humano tem direito e infelizmente vêm perdendo ao longo dos anos!

Movimento Tropicaliano é um livro muito bem escrito e reflexivo, onde Balduel nos conduz através de uma entrevista realizada a um grande revolucionário chamado Bezerra Natal Schmidt pelo apresentador Zé Eugênio. Esta entrevista fala sobre um período cheio de conflitos vividos a mais de 50 anos atrás denominada Revolução do basta ou Revolução do tomate! Através dessa entrevista o Sr. Schmidt nos conta como eram os problemas vividos pelo povo, com relação a educação, saúde e etc. assim como nos conta sobre o presidente Paulo Senna, um homem que realmente mostrava-se preocupado com o rumo do povo.

A história criada por Balduel nos mostra a importância de fazer algo quando o rumo de nossas vidas e história não estão indo por um bom caminho, mostra que juntos, temos a força de alterar qualquer ambiente que possamos considerar corrosivo, tóxico e prejudicial.


"... Não aceite a mediocridade. Seja firme.
Murmurar apenas em casa ou no trabalho é ato de covardia.
Protesto se faz na rua. Combata o bom combate.
Cartazes, faixas, passeatas, não são obras da mãe natureza.
Acorda, tu que dormes. Sempre foi assim é a frase dos fracos.
Vai mudar. Outro dia se levanta. Mas não muda nunca. Frase maldita.
Não ande com pessimistas. Olhe para frente. Vede que o país é grande.
E que os campos estão prontos para seara."

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