Ao lerem numa revista feminina que as mulheres acima do peso deveriam ir à praia se ficassem enterradas na areia, somente com a cabeça para fora, as atrizes Cacau Protasio, Fabiana Karla, Simone Gutierrez e Mariana Xavier não conseguiram ficar caladas. Munidas de toda a sua indignação se uniram para protagonizar um protesto à altura da provocação: um ensaio fotográfico... na praia. A bordo de seus modelitos verão, as garotas, conhecidas do grande público por suas performances em comédias de sucesso (como Zorra Total e Vai Que Cola, entre outras atrações da TV e do teatro), desfilaram todo o seu charme, beleza e autoestima pelas areias de uma praia do Rio de Janeiro. Assim surgiu o movimento “Gordelícias”. Não satisfeitas, resolveram se reunir novamente para prestar um serviço social e de utilidade pública: escrever relatos nos quais contassem, com o bom humor que lhes é peculiar, suas aventuras a bordo de um shape que, muitas vezes, é rechaçado pela sociedade preconceituosa e pelas indústrias da moda e da beleza. O resultado é este divertido livro que abriga as histórias da infância, da adolescência, da vida adulta e profissional dessas quatro talentosas e espirituosas atrizes. E não precisa estar acima do peso para se identificar com as crônicas, porque o que você vai ler aqui é uma coletânea de lições de vida e de superação.

Além de enfrentar anos de bullying na escola, Charlotte Davis perde o pai e a melhor amiga, precisando então lidar com essa dor e com as consequências do Transtorno do Controle do Impulso - um distúrbio que leva as pessoas a se automutilarem. "Viver não é fácil". Quando o plano de saúde de sua mãe suspende seu tratamento numa clínica psiquiátrica - para onde foi após se cortar até quase ficar sem vida -, Charlotte Davis troca a gelada Minneapolis pela ensolarada Tucson, no Arizona (EUA), na tentativa de superar seus medos e decepções. Apesar do esforço em acertar, nessa nova fase da vida ela acaba se envolvendo com uma série de tipos não muito inspiradores. Cansada de se alimentar do sofrimento, a jovem se imbui de uma enorme força de vontade e decide viver e não mais sobreviver. Para fugir do círculo vicioso da dor, Charlotte usa seu talento para o desenho e foca em algo produtivo, embarcando de cabeça no mundo das artes. Esse é o caminho que ela traça em busca da cura para as feridas deixadas por suas perdas e os cortes profundos e reais que imprimiu em seu corpo.


Todos nós éramos pecadores. Somente uma coisa diferenciava um pecador: as escolhas. Saber o certo e escolher seguir pelo caminho errado em vez de fazer o que era correto. Fechei os olhos. Apesar de tudo que tinha feito naquela noite, não me arrependi. Era pecado, era perdição, mas também era mais do que eu já tinha sonhado em ter. ––– Entre a rígida criação religiosa e o desejo que sempre a consumiu, Isabel precisa se encontrar. Casada há quatro anos com Isaque, seu namorado de adolescência, a jovem sabe que a relação está longe de ser satisfatória. Mas é só quando Isaque fica amigo de Enrico, um publicitário solteiro e bem-sucedido, que a situação começa a ficar insustentável. Agnóstico, sem amarras e cheio de mulheres, Enrico é tudo o que Isabel acredita rejeitar, mas ela não consegue deixar de se sentir interessada pelas histórias que o marido conta dele. Para piorar, ela consegue um emprego na agência dele, e agora terá de passar os dias ao lado do homem que traz à tona seus sentimentos mais proibidos. Neste novo romance, Nana Pauvolih, uma das maiores autoras de romances eróticos do país, mostra que o certo nem sempre precisa ser aquilo que é imposto, e sim aquilo em que se acredita.

Quando parecia que tudo já havia sido revelado, eis que surgem novos e surpreendentes fatos sobre Pablo Escobar. Com o sucesso do seu primeiro livro – Pablo Escobar, meu pai – Juan Pablo percorreu a Colômbia e outros países da América Latina fazendo lançamentos e palestras. Nessas suas andanças, descobriu muita coisa que não sabia. E alguns personagens que haviam se recusado a conversar com ele, resolveram falar. O resultado é um retrato ainda mais minucioso do maior traficante das américas. Entre as novidades, Juan Pablo conta onde e com quem o pai estava quando seus pistoleiros assassinaram o ministro da Justiça Rodrigo Bonilla. Também expõe as minúcias de sua relação com o grupo rebelde M-19 e com o Barry Seal, piloto da CIA e informante da DEA. Mas foram as alianças macabras com a corrupção internacional que deixaram o filho assustado. “Confesso que fiquei com medo de trazê-las a público”, afirma ele.


Do mesmo autor da trilogia best-seller Deuses de dois mundos, o romance A mãe, a filha e o espírito da santa é uma fábula de fé e manipulação, e também um thriller sobre a desvairada religiosidade brasileira. O primeiro anjo deu a ela o poder da palavra. O segundo, o dom do milagre. E o terceiro, que sentiu pena da menina, ofereceu a escolha. Foi aí que danou-se tudo. Inspirado por casos reais de abuso religioso ao redor do mundo, o escritor PJ Pereira volta agora com uma história sombria, violenta e por vezes engraçada do despertar de uma mulher que, conforme relatos, foi anunciada pelos anjos como a nova Messias. A história começa na cidade maranhense de Codó, onde nasce Pilar, filha de uma mãe de santo do terecô. De lá, segue rumo a Brasília, onde conhece o misticismo new age e as igrejas evangélicas, e chega a São Paulo para se tornar a líder espiritual mais poderosa do país.

'Cantos do Pássaro Encantado' é uma reunião de crônicas sobre as fases do amor, desde o encantamento inicial, quando tudo é sonho e os olhos dos amantes só existem para o outro, até o fim melancólico de uma história que, por diversas razões, ou sem razão alguma, não pode mais existir. Mas Rubem Alves nos mostra, com a maestria que lhe é peculiar, que ainda há esperança e que, após a morte do amor, sempre há a possibilidade de ressurreição. Permeando o texto com experiências vividas e sofridas, Rubem Alves nos presenteia com um livro que é uma tradução apaixonada de seus amores, em todo seu enredo de vida, morte e ressurreição.


Bento XVI fez história ao ser o primeiro Papa em mais de 700 anos a renunciar ao cargo. A Igreja Católica em todo o mundo ficou chocada. Desgastado pela corrupção na Igreja e por uma série interminável de escândalos sexuais clericais, ele decidiu que a resolução de todos esses problemas estava fora de seu poder para um homem de sua idade. O último testamento está mais próximo de uma autobiografia do homem tímido e privado que permaneceu “escondido no mundo” em um antigo convento nos jardins do Vaticano. Ele quebra seu silêncio sobre questões como: o caso Vatileaks, em que seu mordomo vazou algumas de suas cartas pessoais que alegaram corrupção e escândalo no Vaticano; a presença de um “lobby gay” no Vaticano e como ele o desmantelou; sua suposta educação nazista; suas tentativas de limpar a “sujeira na igreja” (clerical abuso sexual) entre outras. Em um nível mais pessoal, ele escreve com grande admiração sobre seu sucessor, o Papa Francisco, que ele admite terum toque popular, uma qualidade que lhe falta. Muita controvérsia ainda envolve o Papado de Bento XVI – neste livro ele aborda essas controvérsias e revela como, em sua idade avançada, governar e reformar o Papado, e particularmente o Vaticano, estava além de suas capacidades.


No gesto das mãos abençoadoras exprime‑se a relação duradoura de Jesus com os seus discípulos, com o mundo. Enquanto parte, Ele vem levantar-nos acima de nós mesmos e abrir o mundo a Deus. Por isso os discípulos puderam transbordar de alegria quando voltaram de Betânia para casa. Na fé, sabemos que Jesus, abençoando, tem as suas mãos estendidas sobre nós. Tal é a razão permanente da alegria cristã.

Meu coração diz a teu respeito: “Procura sua face!”, É tua face, Senhor, que eu procuro. Não me escondas a tua face, Não afastes teu servo com ira. — SALMO 27,8-9 “Quis tentar representar o Jesus dos Evangelhos como o Jesus real, como o ‘Jesus heróico’ no sentido autêntico. Estou convencido, e espero que o leitor possa ver, que esta figura é mais lógica e historicamente considerada mais compreensível do que as reconstruções com as quais fomos confrontados nas últimas décadas. Penso que precisamente este Jesus – o dos Evangelhos – é uma figura racional e manifestamente histórica. Só quando se deu algo de extraordinário, quando a figura e as palavras de Jesus radicalmente ultrapassaram a média de todas as esperanças e expectativas, é que se esclarece a sua crucificação e também a sua ação. Cerca de vinte anos depois da morte de Jesus, já encontramos no grande hino cristológico da Carta aos Filipenses (Fl 2,6-11) uma cristologia plenamente desenvolvida, na qual se proclama que Jesus era igual a Deus, mas que se desfez de si mesmo, se fez homem, se humilhou até a morte na cruz, e que agora Lhe é devida a veneração cósmica, a adoração que Deus anunciou no profeta Isaías (Is 45,23) como devida apenas a Ele. A pesquisa crítica faz a si mesma, com razão, esta pergunta: o que é que aconteceu nestes vinte anos desde a crucificação de Jesus? A ação de representações de comunidades anônimas, cujos portadores procura descobrir-se, não esclarece nada na realidade. Como é que grandezas coletivas desconhecidas podiam ser criativas? Convencer e, assim, se impor? Não é então, mesmo historicamente, muito mais lógico que o grandioso se encontre no princípio e que a figura de Jesus na realidade acabe com todas as categorias disponíveis e que apenas a partir do mistério de Deus se deixe entender?”


Finalmente posso entregar nas mãos do leitor o pequeno livro, há muito prometido, sobre as narrativas da infância de Jesus. Não se trata de um terceiro volume, mas de uma espécie de pequena “antecâmara” dos dois volumes anteriores sobre a figura e a mensagem de Jesus de Nazaré. Nele procurei interpretar, em diálogo com exegetas do passado e do presente, aquilo que Mateus e Lucas narram sobre a infância de Jesus, no início dos seus Evangelhos. É minha convicção que uma interpretação correta requer dois passos. Por um lado, é preciso interrogar‑se sobre o que pretendiam dizer com os seus textos os respectivos autores, na sua época histórica: é a componente histórica da exegese. […] A segunda pergunta que o exegeta autêntico deve fazer‑se é: o que foi dito é verdade?Tem a ver comigo? Se for assim, de que modo me diz respeito? No caso de um texto como o da Bíblia, cujo autor último e mais profundo– segundo a nossa fé – é o próprio Deus, a questão da relação do passado com o presente faz parte, inevitavelmente, da própria interpretação. […] Preocupei‑me em dialogar, nesse sentido, com os textos. Entretanto, estou bem ciente de que esse diálogo, na ligação entre passado, presente e futuro, não poderá jamais dar‑se por completo e de que toda interpretação fica aquém da grandeza do texto bíblico. Espero que este pequeno livro, apesar dos seus limites, possa ajudar muitas pessoas no seu caminho para Jesus e com Jesus. — BENTO XVI


O que se pode esperar de um encontro entre um cristão e um ateu? E quando esse cristão é o representante máximo da Igreja Católica? Em 2000, o então cardeal Joseph Ratzinger, hoje mais conhecido como Bento XVI, participou de um debate acalorado com o filósofo ateu Paolo d'Arcais em torno da provocadora questão: Deus existe? A tentativa de dar um sentido claro e novo ao cristianismo no meio da crise da humanidade está no centro dessa discussão, que aborda desde temas polêmicos como o aborto até a fronteira, cada vez mais nítida, entre fé e razão. Um confronto de opiniões que ajudará todas as pessoas que já se perguntaram e, muitas vezes, não encontraram respostas que sustentassem verdadeiramente sua própria credulidade ou religiosidade.

“O que há de mais surpreendente para nós, depois da morte física, é o reencontro da vida.” André Luiz Existe vida após a morte? Sabemos algo sobre vidas passadas ou futuras já neste plano? Há alguma possibilidade de desmembrar corpo e alma? E possível deixar o próprio corpo? Estas e outras perguntas serão discutidas e respondidas em Os que voltaram para contar. Histórias reais de pessoas que literalmente voltaram para contar visões e encontros que tiveram em outros planos, estudadas e vivenciadas pelo autor Admir Serrano, serão contadas para esclarecer, na medida do possível, o misterioso fenômeno conhecido como EQM (Experiência quase-morte). Aqui conheceremos histórias de pessoas que deixaram seu corpo e viram vidas futuras, encontraram Jesus, de crianças que viram a própria morte, de deficientes visuais que foram capazes de vivenciar uma EQM a partir de seus sentidos saudáveis e outros impressionantes relatos. A partir dessas histórias, poderemos entender melhor como o fenômeno ocorre, quais são as suas fases, qual o papel da consciência no momento destas experiências, o que a ciência já sabe sobre isso e quais seus questionamentos entre outras curiosidades. Perguntas ainda sem respostas continuam permeando a surpreendente discussão sobre outras vidas, EQMs e suas infinitas possibilidades.

5 Comentários

  1. Carol!
    Gostaria de ler todos os livros de cunho religioso, Os que voltaram para contar, Rubem Alves, Pablo Escobar e Pecadora.
    “Não ganhe o mundo e perca sua alma; sabedoria é melhor que prata e ouro.” (Bob Marley)
    cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
    TOP Comentarista de MARÇO, livros + KIT DE PAPELARIA e 3 ganhadores, participem!

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  2. OI.
    Achei bastante interessante os lançamentos, mas infelizmente nenhum dos livros me chamou a atenção, o que e´uma pena realmente, quem sabe no próximo.
    Bjs.

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  3. Sem dúvida alguma o livro que adoraria ler e que aguçou minha curiosidade foi o " Os que Voltaram para Contar".

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  4. O único livro que chamou minha atenção foi Garota em pedaços!!
    Beijoss

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  5. O livro Garota em Pedaço me chamou atenção, primeiro pela capa depois a sinopse
    Assim também, A mãe, a filha e espirito da santa... porque parece bem forte
    E por fim, Os que voltaram para Contar, pois contém historias reais, o que faz a gente sentir a historia ainda mais

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