Lançamentos de Setembro/18 do Grupo Autêntica

Sinopse - Graeme, Visconde de Maxton e líder de um clã nas Highlands, possui mais inimigos do que amigos, incluindo seu vizinho, o temido Duque de Lattimer. Apesar disso, Graeme só pensa no bem-estar de seu povo e não procura confusão com os outros clãs. Mas quando seus estúpidos irmãos mais jovens sequestram Lady Marjorie, a irmã do duque, todos os planos de Graeme vão por água abaixo… Marjorie Forrester é, por consequência, uma inimiga de seu clã, e capturá-la deixa Graeme no meio de um impasse: se entregá-la ao chefe do clã Maxwell, a jovem pode ser morta; se a deixar ir embora, seus irmãos poderão ser condenados. E se entregá-la ao Duque de Lattimer, Graeme é quem acabará morto. O que o highlander deve fazer, além de manter a garota por perto até pensar no próximo passo? E como conter a atração inesperada que está surgindo entre eles? Em Amor nas Highlands, da autora best-seller do The New York Times Suzanne Enoch, você descobrirá o que o amor e a guerra têm em comum, e como a paixão pode surgir das formas mais improváveis.

Sinopse - O Rio de Clarice: passeio afetivo pela cidade é um guia que conduz o leitor por sete caminhos claricianos, revelando um Rio onde a escritora viveu durante 28 anos. Flanamos pelas ruas como se entrássemos no túnel do tempo e visitamos os locais por onde Clarice andou, viveu e desenvolveu sua atividade profissional: Tijuca, Centro, Catete, Botafogo, Cosme Velho, Jardim Botânico e Leme. Edifícios, praias, praças, restaurantes, hotéis, padarias, bancas de jornal, livrarias, bancos, cinemas e parques. Em tudo, a presença de Clarice, estimulando uma relação afetiva com o Rio de Janeiro, através de citações extraídas de sua obra. Em cada página, a presença marcante e enigmática da escritora. O volume traz, ainda, fotos e mapas que mostram um Rio de ontem e de hoje, enriquecendo o apurado projeto editorial e gráfico. Este livro é fruto de um passeio idealizado e guiado pela professora Teresa Montero, biógrafa de Clarice, que há dez anos cativa cariocas, brasileiros e estrangeiros.
Sinopse - Pesquisa em ensino e sala de aula: diferentes vozes em uma investigação não se trata apenas de uma obra sobre metodologia de pesquisa: neste livro, os autores abordam diversos aspectos da pesquisa em ensino e suas relações com a sala de aula. Motivados por uma pergunta provocadora, eles apontam que as pesquisas em ensino são instigadas pela vivência dos professores em suas salas de aulas, e esse “cotidiano” dispara inquietações acerca de sua atuação, de sua formação, entre outras. Ainda, os autores lançam mão da metáfora das “vozes” para indicar que o pesquisador, seja iniciante ou mesmo experiente, não está sozinho em uma pesquisa, ele “escuta” a literatura e os referenciais teóricos e os entrelaça com a metodologia e os dados produzidos.

Sinopse - Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico constitui-se em um esforço de construção de um diálogo horizontal entre teóricos(as) decoloniais, feministas negras, intelectuais/ativistas antirracistas e negros(as). Adotando uma noção ampla de decolonialidade, reconhecemos o posicionamento decolonial nos processos de resistência e reexistência das populações afrodiaspóricas brasileira, caribenha, norte-americana e africana. Fundamental para tais processo tem sido a afirmação corpo-geopolítica dessas populações, a partir da qual outros conhecimentos, novas formas de existência e projetos políticos têm sido elaborados. Uma das pretensões deste livro é se tornar uma plataforma aberta ao debate, inspirando e recebendo as contribuições da nova geração de estudantes negros(as) que estão colorindo as universidades brasileiras, que, até bem pouco tempo atrás, eram quase completamente brancas.

Sinopse - Este livro de Cláudia Vianna, que nasce de sua tese de livre-docência, na FEUSP, compila seus estudos desde o final dos anos 1980 até o momento e nos convida a trilhar o processo de democratização da educação brasileira em sua interseção com a produção das políticas educacionais de gênero e diversidade sexual e seus desenlaces de lutas, danos e resistências. Em um texto claro e acessível, que discute os processos de produção e circulação das políticas educacionais de gênero e da diversidade sexual, evidencia-se como a temática passou a ser reconhecida nos planos, programas e projetos brasileiros. Suas reflexões ganham relevância para apreensão do contraditório processo das políticas educacionais no contexto brasileiro recente e das ofensivas “antigênero”, avessas à pluralidade e a quaisquer possibilidades de criar políticas que tenham como horizonte a superação de desigualdades e precariedades. Este livro contribui de forma valiosa para quem se interessa pelo debate sobre o processo de democratização da educação brasileira na interseção com a produção de políticas públicas educacionais, com base na perspectiva de gênero. Uma leitura instigante e necessária. - Maria Cristina Cavaleiro
Sinopse - Neste livro não só se lê, se conversa e se escreve sobre o ofício de professor, mas também se mostra o professor em seu exercício, ou seja, preparando aulas, dando cursos, dando palestras, lendo e escrevendo, conversando com seus alunos, com seus ouvintes, com seus leitores, consigo mesmo e, em várias ocasiões, com alguns amigos que, como ele, também se esforçam para compreender como é e como fazer isso de ser professor. As diferentes vozes que aparecem nessas conversas não se deixam em segundo plano, mas se fazem presentes, muitas vezes em sua literalidade, e por isso não se omitem as contradições, os paradoxos e as diferentes formas de pensar, de dizer e de encarar o ofício.
 
Sinopse - Com História geral do Brasil, Varnhagen consagrou-se como pai da história brasileira. Seu epitáfio “Estremeceu sua Pátria e escreveu-lhe a História”, o atesta. Então, por que haveria um “caso” Varnhagen? É neste momento que intervém a rigorosa pesquisa biográfica e epistemológica conduzida por Temístocles Cezar. Ao se adentrar o universo de Varnhagen, nada é inequívoco. Aí está um homem que se tornou historiador escrevendo a história. O que é ser historiador? Como alguém se torna historiador? Por meio de quais referências ou de quais modelos? Como se organiza a profissão e qual o espaço conferido à história nacional no Brasil imperial? Todas essas são questões que se permitem desenvolver a partir do percurso de Varnhagen, ao mesmo tempo central e um pouco à margem. Para melhor compreensão, contam-se, neste livro, as origens da historiografia brasileira moderna. - François Hartog
Sinopse - Forma por excelência de conhecimento sobre o passado, a história se encontra diante de uma questão incontornável: qual será seu futuro? Se a ideia de crise já foi mobilizada inúmeras vezes para tratar dos impasses colocados à disciplina, hoje os caminhos da reflexão atravessam o terreno daquilo que lhe é inerente, ou seja, a temporalidade. Marcada pelo “culto da urgência” e pela “tirania do instante”, segundo fórmulas recorrentes, a experiência contemporânea se manifesta a partir de uma característica marcante, a aceleração presentista, ou seja, aquela que, em vez de apressar o passo do presente rumo ao futuro, procura antecipar o porvir para o agora, provocando uma já cotidiana sensação de vertigem. O tempo que se abre hoje para a escrita da história é o tempo apressado do short-termism. E é para esse tempo que Jo Guldi e David Armitage fazem seu Manifesto pela história, que traz ainda as marcas de um tempo em que os manifestos enunciavam a existência de um espectro para, ao final, lançar um apelo conciliatório de unidade. A proposta não deixa de ser provocativa, uma vez que situa no âmbito da longue durée – adaptada às possibilidades técnicas de trato com big data – a capacidade da história de intervir no presente, oferecendo, senão lições, perspectivas abertas de futuro por meio de um olhar de longo prazo para o passado. Uma espécie de historia magistra vitae para tempos digitais, portanto, um recurso seguro ao passado da disciplina quando não se tem mais segurança sequer de que haverá um futuro para ela. - Fernando Nicolazzi

Sinopse - Autor de algumas das obras mais representativas da filosofia do século XX, Deleuze é, sem dúvida, um dos pensadores mais originais de nossa era. Dedicou-se também intensamente à história da filosofia. Escreveu livros sobre Hume, Espinosa, Nietzsche e Bergson, em geral, filósofos que lhe emprestavam elementos para sua filosofia da imanência. De todos os filósofos aos quais se dedicou, Kant é certamente o mais distante de seu próprio projeto filosófico. Lido por Deleuze, Kant é um autor “cheio de sinuosidades”, capaz de criar “conceitos fantásticos” e fundar a filosofia moderna em torno de um novo personagem conceitual: não mais o investigador, e sim o juiz. Fascinado mas também horrorizado pela filosofia kantiana, Deleuze escreveu uma obra rigorosa e acessível, que constitui não apenas uma excelente introdução ao pensamento de Kant, mas também ao método deleuziano de leitura. - Gilson Iannini
Sinopse - Neste ensaio, publicado na Itália em 2015, Agamben percorre as origens e o significado da palavra “aventura”, desde a Antiguidade até a Modernidade, da aventura poética à amorosa. Ele vai buscar na literatura, na filosofia e na história – numa jornada que passa pelas Saturnais de Macróbio, pela poesia cavalheiresca medieval, por Goethe, Dante, Hegel e Heidegger, entre outros –, maneiras de desconstruir e reconstruir os diferentes sentidos dessa palavra. “Aventura e palavra, vida e linguagem se confundem, e o metal que resulta da sua fusão é o do destino”.


Sinopse - Uma história tocante, cheia de emoção e humor. Uma reflexão sobre o sentido da vida, do mesmo autor de Não era você que eu esperava. Baudouin e Luc são irmãos, mas não poderiam ter vidas mais diferentes. Baudouin leva um dia a dia sufocante em um emprego monótono como jurista e com um chefe detestável. Luc, por outro lado, é um espírito livre, que viaja o mundo praticando medicina. Quando Luc volta a Paris por alguns dias, ele faz de tudo para tirar o irmão mais novo da inércia e mostrar a ele o que a vida tem a oferecer. Mas o que finalmente convence Baudouin é a descoberta de um tumor e a perspectiva de que lhe restam apenas poucos meses de vida. Baudouin, então, resolve deixar tudo para trás e parte com o irmão em uma jornada de autodescoberta.
Sinopse - Uma saga de heroísmo e resistência, amizade e romance, e uma devoção inabalável à literatura e à arte, mesmo sob o risco de morte. Os homens que salvavam livros é a incrível história real dos habitantes do gueto de Vilna, na Lituânia, que resgataram milhares de livros e manuscritos raros da cultura judaica por duas vezes – primeiro das mãos dos nazistas, depois dos soviéticos. Tendo como base documentos judaicos, alemães e soviéticos, incluindo diários, cartas, memórias e entrevistas do autor com vários participantes da história, o livro registra as atividades ousadas de um grupo de poetas e eruditos que se tornaram combatentes e contrabandistas na cidade conhecida como a “Jerusalém da Lituânia”. Partindo de uma extensa pesquisa do principal estudioso do gueto de Vilna, de estilo e ousadia excepcionais, Os homens que salvavam livros é uma história épica de heroísmo, um conto pouco conhecido dos dias mais sombrios da guerra. Vencedor do National Jewish Book Award 2017 – Categoria Holocausto

4 comentários

  1. Os homens que salvavam livros entrou para minha listinha de desejados <3

    Sai da Minha Lente

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  2. Gostei da sua postagem, sempre estou visitando seu blog e lendo suas postagens.. Seu blog está salvo em meus favoritos..

    Parabéns!

    Amo seu blog ❤️..

    Meu Blog: Badoo Online

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  3. Olá Carolina,

    Muitos livro]s diferentes né? Os que me interessaram foram Duas vidas e Os homens que salvavam livros....bjs.


    http://devoradordeletras.blogspot.com

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  4. Olá!
    Gostei dos lançamentos, o único livro que me agradou foi Amor nas Highlands.

    Meu blog:
    Tempos Literários

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