Lançamentos de Outubro/18 do Grupo Autêntica


Quando o corpo torturado de uma jovem é encontrado em uma lixeira, com os olhos inchados e as roupas encharcadas de sangue, a Detetive Erika Foster é uma das primeiras a chegar na cena do crime. O problema é que, desta vez, o caso não é dela. Enquanto luta para garantir seu lugar na equipe de investigação, Erika rapidamente encontra uma ligação desse assassinato com um crime não solucionado de uma jovem quatro meses antes. Jogadas em um local semelhante, as duas mulheres têm feridas idênticas e uma incisão fatal na artéria femoral. Procurando suas vítimas nas redes sociais a partir de um perfil falso, o assassino ataca jovens bonitas escolhidas aleatoriamente. Então, uma outra garota é sequestrada… Erika e sua equipe têm que chegar antes que ela se torne a próxima vítima. Mas como a Detetive Foster pegará um assassino que parece não existir?
Roma, dezembro de 1514. A poucos dias do Natal, o corpo decapitado de um jovem é descoberto em cima da estátua do imperador Marco Aurélio. Uma inscrição feita com sangue assina o crime: Eum qui peccat… [Aquele que peca…]. Dias depois, um velho é encontrado morto e nu, pendurado numa escada no Fórum. A Coluna de Trajano revela seu fúnebre segredo e a inscrição: Deus castigat [Deus castiga]. A sangrenta encenação está apenas começando… Instalado há pouco no Vaticano, envolvido com seus trabalhos de anatomia, pintura e ótica, Leonardo da Vinci se apaixona pelo caso. Como interpretar os sombrios detalhes que cercam os crimes? O papa e a cristandade estariam sendo desafiados? Com a ajuda de Guido Sinibaldi, um jovem estudante de medicina, o pintor tenta desmascarar um assassino que demonstra tanto inteligência em desorientar as investigações quanto crueldade em executar suas vítimas. Um thriller diabólico que, dos mistérios da biblioteca do Vaticano aos segredos das ruínas antigas, nos arrebata num jogo de pistas vibrante, inteligente e macabro.
Como uma luva de veludo moldada em ferro reúne os dez capítulos da história de mesmo nome publicada por Daniel Clowes entre 1989 e 1993 na revista Eightball. Ao tentar desvendar os mistérios por trás de um snuff film – gênero em que as mortes filmadas são reais –, Clay Loudermilk se vê envolvido com um elenco cada vez mais bizarro de personagens, incluindo uma dupla sádica de policiais que entalha um estranho símbolo no seu calcanhar; uma suburbana de meia-idade e libidinosa, cujo encontro sexual com uma misteriosa criatura das águas gerou uma filha mutante grotescamente disforme, mas não menos libidinosa; um cão sem qualquer orifício (que tem de ser alimentado via injeções); duas vítimas sinistras de implantes capilares terrivelmente malfeitos; um carismático líder de culto, no melhor estilo Charles Manson, que planeja sequestrar um famoso colunista de autoajuda e muito mais! Um clássico dos quadrinhos, finalmente relançado no Brasil, e inspiração para incontáveis outras obras, esta assustadora e fascinante jornada pela loucura faz Twin Peaks parecer os Teletubbies.
Nas ruas miseráveis de uma Nápoles em ruínas, quando o exército aliado expulsou dali os alemães, a libertação é apenas outra palavra para desespero. A prostituição é desenfreada. O cheiro da morte está em todo lugar. Tudo supervisionado por americanos que, na sua ingenuidade, não entendem exatamente por que estão ali. Lançado em 1949, já em 1950 vieram as sanções: a “proibição moral de Curzio Malaparte” pelo Conselho Comunal de Nápoles e a inclusão do livro no Index dos livros proibidos pela Congregação do Santo Ofício. Em 1962, a publicação no Brasil se deu como celebração. Na apresentação daquela edição, diz Ênio Silveira: “Uma obra prima de violência, de crueldade, de degradação e, ao mesmo tempo, de louvor à condição humana”. Hoje são apontados, para além dos pecados originais, os da incorreção política. O livro nasceu ambíguo como o próprio autor, que deixou resposta no personagem Jack Hamilton: “Não há qualquer importância se o que Malaparte conta é verdadeiro ou falso. A questão a ser posta é bem outra: se o que ele faz é arte ou não”.
Em 1º de janeiro de 1918, desembarcava na França um som até então desconhecido no Velho Continente: o jazz. O estilo, que estava nascendo na América, chegou à Europa pelas mãos do 15º Regimento de Infantaria da Guarda Nacional de Nova York, composto por soldados do Harlem, famoso bairro negro da cidade. Carregadores de malas, estivadores, mecânicos, boxeadores, advogados e músicos, esses combatentes acabaram relegados a trabalhos secundários e a serviços de apoio. Negros de origens diversas que quiseram acreditar que combater lado a lado com seus compatriotas brancos faria deles seus iguais. Homens rejeitados pelo próprio exército, que encontraram nas tropas francesas irmãos em armas que os reconheceram por sua coragem – e não apenas porque levaram o jazz em suas malas! Treinados pelo exército francês, logo mostraram que sabiam empunhar suas armas tão bem quanto seus instrumentos, e suas façanhas heroicas na guerra se tornaram tão conhecidas quanto sua música. Em novembro daquele mesmo ano, retornaram vitoriosos aos Estados Unidos ostentando a mais alta condecoração das forças francesas. A batalha, porém, estava longe de terminar. Se do outro lado do oceano haviam lutado pela liberdade contra os soldados do Kaiser, em casa teriam que lutar pela democracia contra inimigos ainda mais cruéis: o racismo e a segregação. Foram necessários quase cem anos para que, em 2015, os heróis do Harlem fossem finalmente reconhecidos e honrados de forma oficial pelo governo do presidente Barack Obama.

Algumas flores desabrocham à noite… Violet Winterbottom é uma jovem tímida, que fala seis idiomas, mas raramente levanta a voz. Sofreu uma dura decepção amorosa em silêncio total e ainda não existem cavalheiros batendo em sua porta. Não até a noite do baile de Natal de Spindle Cove, quando um estranho misterioso irrompe no salão de festas e desaba aos seus pés. Os trajes grosseiros, molhados e cobertos de sangue, a “boa” aparência do sujeito – que beirava à indecência –, e a língua estrangeira que ele falava deixariam qualquer jovem cheia de cautela. Qualquer uma, menos Violet, a única que soube desde o primeiro instante que ele não era o que aparentava, e que tem apenas uma noite para extrair os segredos daquele homem perigosamente atraente. Seria ele um contrabandista? Um fugitivo? Espião das forças inimigas? Violet precisa das respostas até o nascer do sol, mas seu prisioneiro prefere tentar seduzi-la a se confessar. Para descobrir o que ele esconde, a jovem donzela precisará revelar seus próprios segredos e se abrir para a aventura, paixão e o impensável… amor. Mas, cuidado! A heroína está armada, o herói pragueja em múltiplos idiomas e, juntos, aquecem uma fria noite de inverno.

Uma nevasca não possui tanta fúria quanto uma solteirona desprezada. A senhorita Elinora Browning cresceu ansiando pelo amor do belo e inteligente cavalheiro da casa ao lado… mas ele deixou a Inglaterra sem nem olhar para trás. Em uma noite, inspirada pela bebida, Nora despejou seu coração partido no papel e escreveu um manifesto intitulado Lorde Ashwood perdeu sua oportunidade, para todas as jovens que tinham sido negligenciadas pelos homens. Depois de se tornar famosa pelo seu brilhante texto, a Srta. Browning está a caminho de Spindle Cove para dar uma palestra na biblioteca Duas Irmãs. Mas o tempo ruim atrasa sua viagem e ela é forçada a esperar a nevasca passar com o pior companheiro possível: o próprio Lorde que destruiu seu coração. E desta vez ele finalmente parece notar a sua existência…

3 comentários

  1. Só de ler o nome de Robert já no começo do post, o coração dispara!Sem sombra de dúvidas,é um dos meus autores favoritos e não vejo a hora de poder conferir este novo trabalho dele!
    Tessa também é fabulosa e gostei muito de ver dois livros da autora aqui!
    A Pele também me chamou a atenção e se tiver oportunidade, quero poder saber mais!!!
    Beijo

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  2. Olá! Adoro essa série da Tessa Dare, as capas desses livros são tão lindas, só os preços que estão um pouco salgados, vou ter que esperar um pouco para completar a minha coleção.

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  3. Oi, Carol.
    Eu adoro os livros publicados pela Autêntica e nesse mês meus mais desejados são O Último Suspiro e as novelas da Tessa Dare.
    Beijos
    Camis - blog Leitora Compulsiva

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